VALOR DA TERRA: o sustento vem do campo – 36ª Edição

06 de outubro de 2024

Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Chegamos ao final de mais uma semana de muito trabalho, dando início ao mês de outubro. Os últimos dias foram marcados por muitos temporais no Sul do Rio Grande do Sul, deixando prejuízos em algumas propriedades, com vendavais e queda de granizo. Aqui em casa, apesar da preocupação, tivemos apenas chuva.

As nossas lavouras estão criando forma, embora o clima não esteja colaborando como deveria. A estimativa é de que iniciaremos a colheita dentro de vinte dias. Com a mudança da estação, agora os dias ficam cada vez mais longos, aumentando a luminosidade e fazendo com que o tabaco se desenvolva bem, ganhando mais volume e peso nas folhas.

Nossa lavoura de tabaco. Foto: Giovane Weber

O que nos alegra também é o término da montagem da nossa estufa de carga contínua e do novo pavilhão. Fizemos um alto investimento em tecnologia e isso nos garantirá muito mais conforto na execução das atividades. Trabalhamos bastante, por muitos anos, e essas conquistas nos alegram e nos dão incentivo para continuar valorizando a cultura do tabaco.

O tabaco é sinônimo de agricultura familiar. Na foto, eu, minha esposa Louvane e a nossa filha Giovana, que no final de setembro completou os seus dezoito anos. Agora, legalmente ela pode nos ajudar nos trabalhos com o tabaco. Como pais, incentivamos para que ela siga na nossa profissão, mas também fornecemos todo o suporte para que siga estudando, o que é muito importante.

Agricultura familiar. Foto: Giovane Weber

Ser agricultor é arriscado, pois plantamos sem a certeza de que iremos colher. Lamentamos por todos os produtores que tiveram perdas com os temporais e desejamos força para recomeçar. Essa nova geração, que logo mais vai nos substituir no campo, precisa entender que o agricultor não desiste nunca e sempre torce por dias melhores. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

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