VALOR DA TERRA: o sustento vem do campo – 3ª Edição

18 de fevereiro de 2024

Opa, e aí, pessoal, tudo bem? Iniciamos a última semana com temperaturas muito altas, chegando aos 40ºC, impossibilitando o desenvolvimento adequado das culturas como milho e soja. O agricultor se preocupa, pois muitas vezes a mudança do clima também ocasiona temporais. Mas, felizmente, não foi o que aconteceu dessa vez, sendo que tivemos uma chuva de 26mm, que apesar de não ser o suficiente, amenizou a temperatura para o resto da semana.

Apesar da baixa na temperatura, o prejuízo já está presente para o produtor rural. Na foto abaixo podemos ver o que o calor dos últimos dias ocasionou na lavoura de abóboras do agricultor João Tach, de Estrela Velha RS. Ele é produtor de tabaco, mas faz diversificação com outras culturas. As abóboras, após colhidas, se conservam por muitos meses, sendo utilizadas para comercialização ou trato dos animais. Neste caso, teremos a falta desse alimento, pois o clima não colaborou e o agricultor perdeu todo o seu trabalho, investimento e produção.

Lavoura de abóboras. Foto: João Tach

Já sabemos que o fracionamento do plantio do tabaco tem se tornado muito comum. Isso se deve, principalmente, a escassez de mão de obra. No entanto, essa prática exige cuidados para que a produção de mudas ocorra dentro da janela recomendada para cada região. O calor em excesso pode ocasionar falhas na germinação, como visto na imagem abaixo, fazendo com que o agricultor tenha prejuízos com a perda dos insumos, do seu trabalho e da janela de plantio.

Falhas na germinação. Foto: Giovane Weber

Alguns detalhes podem evitar esses danos, como a utilização de telas de sombreamento e lonas que refletem a luz do sol, proporcionando assim uma temperatura mais amena, facilitando a germinação das sementes.

Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

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