24 de novembro de 2024
Opa! E aí, pessoal, tudo bem? O início da semana foi quente na nossa região. Todo esse calor trouxe uma alteração no clima e recebemos chuvas, totalizando 110 milímetros. Por enquanto, não precisamos nos preocupar com a falta de umidade, como é o caso dos produtores de algumas regiões de Santa Catarina e do Paraná, que enfrentam um período de estiagem.
Por aqui, com toda essa chuva, o clima está agradável. Como a nossa estufa é elétrica, não temos problema em manter a temperatura na cura do tabaco, diferente de quem não possui estufas de ar forçado. Durante a noite, fica difícil manter a temperatura nas estufas convencionais, o que pode gerar maior consumo de lenha e perda de qualidade do tabaco.

Também iniciamos a colheita da segunda apanha, tendo finalizado a colheita do baixeiro, que é a parte mais difícil do trabalho. Além do tabaco, produzimos outras culturas. Na foto, tranças de cebolas, um método tradicional de armazenagem, que se feito da forma correta conserva os alimentos por vários meses.
Além das atividades na lavoura, visitamos a propriedade do Paulo José Wink, de Vale do Sol. Através da Philip Morris Brasil, sua empresa integrada, o Paulo desenvolve um projeto de manejo de solo. As análises são detalhadas e também fazem a implementação de adubação verde, garantindo mais produtividade.

É uma propriedade muito tecnológica, pois conta com a estufa de carga contínua e placas solares, mas ainda possui alguns traços do passado. Vimos uma estufa com sistema de canais. Ela não possui canos metálicos e os canais são feitos de tijolos e telhas de barro, tornando-se uma estrutura de baixo custo, que utilizam quando é necessário.
É gratificante ter a oportunidade de visitar outras propriedades e contar um pouco da história dessas famílias, que tiram do tabaco o seu sustento digno. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

