15 de dezembro de 2024
Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Iniciamos a semana com uma chuva de 16 milímetros aqui em casa, deixando a umidade perfeita para o desenvolvimento do nosso tabaco. Na sexta-feira, registramos 80 milímetros, o que nos preocupou um pouco. Mas, nada se comparado a algumas regiões de Santa Catarina e do Paraná, onde as fortes chuvas ocasionaram prejuízos aos fumicultores.
Estamos no auge da colheita do tabaco, um período que exige muito esforço do agricultor. O excesso de chuvas neste momento atrapalha a execução do trabalho, além de prejudicar muito a qualidade das folhas. Infelizmente, a lavoura é a céu aberto e não temos o controle do clima.
Torcemos para os temporais cessarem, que venham apenas as chuvas necessárias e todos possam fazer uma boa colheita para garantir o seu sustento. Aqui, continuamos colhendo 40 grampos por dia para a estufa de carga contínua, mas com a estufa antiga, de tacos, preparada e revisada caso seja necessário utilizá-la.

Como já mencionamos, também temos a máquina auxiliadora de colheita, vista na foto. Gostaríamos que todos os produtores tivessem a oportunidade de adquirir esses equipamentos, pois apesar do alto investimento facilitam muito o trabalho, melhorando a nossa qualidade de vida.
E por falar em colheita, temos também que ficar de olho na comercialização. Por aqui ainda não temos a intenção de vender o nosso tabaco, mas recebemos a visita do nosso orientador e conversamos sobre sempre buscar a melhor qualidade nas folhas e ter capricho na separação das classes, o que é fundamental.

Também visitamos a propriedade do Adriano e da Carina Waick, na localidade de Max Brum, em Rio Pardo. Eles estão por finalizar a colheita e iniciar a classificação, e, como pudemos ver, o tabaco possui uma excelente qualidade. As empresas precisam valorizar produtores assim, afinal, isso nos incentiva a trabalhar corretamente. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

