19 de janeiro de 2025
Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Chegamos ao final de mais uma semana, com muito calor aqui no Rio Grande do Sul. Se o clima, no final de 2024, foi bem agradável para a execução dos trabalhos na lavoura, neste início de ano os agricultores já contabilizam alguns prejuízos.
Aqui, estamos finalizando a colheita do tabaco, depois de 90 dias de trabalho intenso. É o momento de refletirmos um pouco, olharmos os acertos e também os erros, para que possamos corrigi-los. Agora, vamos dar uma atenção especial ao solo, para que a próxima safra seja produtiva.

É importante o produtor observar a sua lavoura, analisar onde o tabaco é mais bonito, onde não se desenvolve tão bem, para poder amenizar esses problemas. Na foto, dois pés de tabaco da mesma variedade, plantados na mesma época e com a mesma adubação, mas em pontos diferentes da nossa propriedade.
É nítido que a planta menor não conseguiu atingir o seu máximo potencial produtivo, por consequência de algum problema com o solo. Devido a isso, vamos realizar uma análise detalhada das nossas áreas, com georreferenciamento, sendo coletadas cerca de 50 amostras de solo. Ainda, uma análise de nematoides, garantindo um diagnóstico bem preciso do que precisamos corrigir.

A realização dessas análises não é um gasto, mas sim um investimento, que retornará em melhor produtividade na safra que vem. No entanto, dependemos do clima, e na foto podemos ver que a nossa lavoura de milho já está sofrendo pela falta de chuva. O jeito é torcer que o calor amenize e as chuvas retornem, sem temporais.
Também estamos iniciando a fase de comercialização do tabaco. Esperamos que todos consigam uma boa venda, fazendo jus ao trabalho árduo, de sol a sol, que o agricultor enfrenta todos os dias. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

