VALOR DA TERRA: o sustento vem do campo – 72ª Edição

15 de junho de 2025

Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Mais uma semana chegou ao fim, com dias frios e clima seco, o que possibilitou trabalharmos na lavoura. Fizemos a remontagem dos camalhões e a aplicação do herbicida pré-emergente, para o controle das ervas daninhas que prejudicam o cultivo do tabaco.

Também estamos atentos ao desenvolvimento das mudas. Como plantamos de forma escalonada, para facilitar na hora da colheita, temos mudas na terceira poda, na segunda e ainda mudas aguardando a primeira poda, que provavelmente faremos na semana que vem.

Adelmar e Eliane Jacobsen. Foto: Alan Toigo

Além dos trabalhos aqui na propriedade, participamos de um evento em Canguçu, para o lançamento de uma frente parlamentar em defesa do setor do tabaco. Aproveitando esse deslocamento, visitamos duas propriedades de fumicultores: as famílias Jacobsen e Miori.

O Adelmar e a Eliane Jacobsen residem na localidade de Paraíso, interior de Camaquã, e cultivam 60 mil pés em duas etapas, para melhor gerenciar o desenvolvimento do tabaco. É muito bonito ver a organização da propriedade e a diversificação que eles têm, com a produção de alimentos, garantindo fartura para a família.

Anderson Miori e Adely Soares. Foto: Alan Toigo

O Anderson Miori e a Adely Soares, que são de Chuvisca, além de plantarem tabaco fazem a comercialização de mudas. Para esta safra, a estimativa de venda é de um milhão de mudas, o que reforça a qualidade do trabalho deles, resultado de muito capricho e dedicação.

Esses exemplos reforçam a importância que essa cultura tem para milhares de famílias. A renda é digna e movimenta a economia do interior e da cidade, e é por isso que sempre teremos orgulho de cultivar tabaco. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

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