05 de outubro de 2025
Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Chegamos ao final de mais uma semana, apreensivos com o clima. Aqui, tivemos chuva e muito vento, mas felizmente nenhum dano nas lavouras. Em outras regiões o desfecho foi outro, com muitas propriedades sendo atingidas por granizo.
Apesar do susto, conseguimos fazer a aplicação da segunda dose do salitre e demos continuidade na capina. Assim que finalizarmos a limpeza das ervas daninhas, já será o momento de realizarmos o desponte e a aplicação do antibrotante. Uma lavoura escalonada facilita o gerenciamento do trabalho.

Nos dias mais úmidos, como não foi possível trabalharmos na lavoura, aproveitamos para verificar a nossa estufa de cura: conferir a fornalha, o chaminé, verificar o funcionamento do painel e dos flaps. Assim, evitamos imprevistos quando iniciarmos a colheita. Também fizemos a organização do galpão, deixando tudo preparado para a nova etapa da safra, que vem aí.
Se nós ainda não iniciamos a colheita do tabaco, muitos outros fumicultores já estão nessa lida. Todos já sabem, mas não custa reforçar a importância de usar o EPI de colheita, principalmente nos dias úmidos, para evitar a doença da folha verde. Essa doença, nada mais é, do que a absorção da nicotina através da pele, que pode causar enjoo e mal estar.

O agricultor sempre está de olho lá na frente. Na foto, o nosso espaço para a produção de mudas, que estamos desmanchando com a intenção de construir uma estufa. Além de ser mais fácil de trabalhar em uma estufa, é muito mais prático, se comparado aos canteiros. Esse projeto será iniciado em breve.
Torcemos que o clima colabore para que todos consigamos colher as folhas que trazem o nosso sustento, e que todos tenhamos saúde para continuar essa lida. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

