23 de novembro de 2025
Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Chegamos ao final de mais uma semana, que foi um pouco diferente do que estamos habituados. Desta vez, estive longe da lavoura, participando da COP 11, em Genebra. Um evento que influencia diretamente o futuro da cultura do tabaco, no mundo.
A nossa viagem iniciou no sábado, 15, e finalizou no início da noite de domingo, lembrando que o fuso horário da Suíça é quatro horas a mais do Brasil. Foi um voo de onze horas, com mais uma escala de duas horas, sendo bem cansativo. Mas, o que mais nos deixou chateados, é não termos autorização para participarmos do evento, que iniciou na segunda-feira.

Havíamos feito o credenciamento, que foi negado às vésperas do evento. É claro que toda a logística já estava definida, então já estávamos a caminho quando recebemos a negativa. No entanto, toda a comitiva que defende o tabaco, com Deputados Estaduais, Federais e a mídia, conseguiu uma reunião com o Embaixador do Brasil, Tovar Nunes, no início da terça-feira, para ter acesso ao andamento da COP.
O Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador de tabaco, há 30 anos. Estávamos presentes no evento, do outro lado do mundo, que impacta diretamente na nossa cultura e não pudemos participar. Foi bem frustrante. Mas, essa pressão que fizemos lá mostra a importância do setor e com certeza influenciou para que não tenhamos ainda mais restrições.

Para vocês terem uma ideia, em Genebra fica o Escritório das Nações Unidas. Lá se comercializam cigarros, sem as restrições que temos aqui no Brasil e a poucos metros de onde foi realizada a COP 11. A conclusão que tiramos do evento é que muitas dessas restrições que temos, parte do nosso próprio país. Vamos continuar firmes na defesa do nosso setor.
Por aqui, no início da semana passada, tivemos temporais que atingiram os municípios vizinhos, danificando muitas lavouras. Lamentamos, mais uma vez, esse prejuízo aos agricultores. Desejamos que todos consigam se recuperar e seguir firmes na lida da agricultura. Nos vemos na semana que vem com mais uma edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

