VALOR DA TERRA: o sustento vem do campo – 136ª Edição

06 de setembro de 2026

Opa! E aí, pessoal, tudo bem? Mais uma semana chegou ao fim, e o clima voltou a colaborar com o nosso trabalho. Tivemos dias mais secos, com temperaturas amenas, e isso nos anima, pois a esperança de uma safra plena vai aumentando.

Nesta época do ano, passamos a ter cada vez mais horas de sol durante o dia, nos dando melhores condições para trabalhar na lavoura e também fazendo com que as culturas se desenvolvam bem. Na foto, podemos ver que o tabaco começa a criar forma, e a expectativa de iniciar a colheita já vai ganhando data.

Lavoura criando forma. Foto: Alan Toigo

Aproveitamos esses dias ensolarados para fazer a capina do tabaco plantado na primeira remessa, além da aplicação de produtos foliares orgânicos, que auxiliam no desenvolvimento das folhas. Assim, elas ganham mais peso e qualidade lá no final do ciclo, que é o que buscamos.

Também continuamos na aplicação do salitre no tabaco plantado na segunda remessa. Como essa lavoura é plana e tem camalhões de 350 plantas, estamos utilizando a máquina auxiliadora de colheita para fazer essa aplicação, deixando o trabalho muito mais fácil.

Aplicação de salitre. Foto: Alan Toigo

A mecanização da propriedade tem um valor elevado, sim. Mas a diminuição da necessidade de mão de obra e o aumento da qualidade de vida valem muito a pena. Nós utilizamos esse equipamento em praticamente todos os estágios da cultura: aplicação do pré-emergente, salitre, antibrotante e colheita.

Quem quer continuar trabalhando na roça precisa se atualizar e buscar melhores condições de trabalho, sempre prezando pela sua saúde e segurança. Aumentar a produção sem tanto sofrimento é o caminho ideal. Nos encontramos na próxima edição do “Valor da Terra: o sustento vem do campo”. Até lá!

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